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AROLDO FILHO

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sexta-feira, 29 de março de 2013

Importante Encontro do CPERS na França

CPERS participa de encontro internacional que reúne centenas de organizações sindicais

O auditório da Bolsa do Trabalho (Casa dos Sindicatos) em Saint-Denis, nos arredores de Paris, ficou lotado durante o encontro sindical internacional realizado no final de semana passado.
Representantes de cerca de 30 países, de dezenas de organizações sindicais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia cumpriram uma intensa agenda de discussões. A vice-presidente Neida de Oliveira representou o CPERS/Sindicato.
No sábado, foram realizadas três mesas de debate, coordenadas pelas organizações que convocaram o encontro: Union Syndicale Solidaires, da França; Confederacion General del Trabajo, da Espanha; e CSP-Conlutas, do Brasil.
A primeira mesa teve como tema a crise do sistema capitalista, as respostas dos trabalhadores e como construir um sindicalismo alternativo e de base. 
A segunda mesa tratou da relação dos movimentos sociais e o sindicalismo de luta, abarcando desde o tema da precarização do trabalho, até a opressão das mulheres, imigrantes, entre outros.
E a terceira mesa tratou das propostas de campanhas e iniciativas comuns.
Dos debates, resultou a aprovação, por acordo da maioria dos presentes, de duas resoluções que sintetizam o acúmulo existente entre as organizações até o momento.
A primeira é uma declaração que expressa os princípios gerais que motivam a unidade e a integração dos movimentos reunidos em Saint-Denis, o tipo de sindicalismo que as entidades presentes defendem (de luta, democrático, independente dos governos e patrões, internacionalista) e que constituem a partir de agora a Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Luta.
E a segunda, um manifesto a ser trabalhado pelas organizações no 1º de maio, dia internacional de luta dos trabalhadores, que aponta um programa de enfrentamento aos efeitos da crise econômica e uma alternativa dos trabalhadores, o que passa pela defesa da suspensão do pagamento das dívidas externas, a defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários, do emprego e demais direitos sociais, entre outros.
O manifesto também defende o direito à autodeterminação dos povos, com destaque para a luta Palestina e do Povo Sarauhi (Saara Ocidental) e rechaça toda forma de opressão e preconceito, entre outras bandeiras.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato