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AROLDO FILHO

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terça-feira, 16 de abril de 2013

Pozzobom participa de Fórum Nacional sobre a Síndrome de Alienação Parental

Pozzobom participa de Fórum Nacional sobre a Síndrome de Alienação Parental

Golpe contra os Funcionários de Escola...

Tarso aprova mais um projeto que retira direitos dos servidores


Com a cumplicidade da sua base aliada na Assembleia Legislativa, o governo do estado do Rio Grande do Sul aprovou na tarde desta terça-feira 16 mais um projeto que retira direitos dos servidores públicos. A base governista aprovou a reestruturação do quadro geral proposta pelo governador Tarso Genro (PT).
O governo Tarso aproveitou o projeto de reestruturação do quadro geral para incluir nele os funcionários de escola que estavam fora do plano de carreira. Com isso, Tarso descumpre promessa feita aos educadores em 2011, quando disse que incluiria estes funcionários no plano de carreira. Na ocasião também afirmou que realizaria concurso público para funcionários de escola, o que não foi feito.

A inclusão dos funcionários excluídos do plano de carreira no quadro geral abre a possibilidade de que novos profissionais possam ingressar nas escolas não mais através do seu plano de carreira, mas pelo quadro geral. Portanto, o governo Tarso, que já atacou o plano de carreira do magistério, agora ataca o plano dos funcionários de escola.
A presidente do CPERS/Sindicato, Rejane de Oliveira, criticou a forma com que o projeto foi encaminhado. "Sempre que apresenta projetos que atacam os direitos dos trabalhadores, o governo o faz com regime de urgência, tudo para não dar tempo para a discussão", destacou a sindicalista.
“O que foi dito pelo líder do governo no Legislativo, Valdeci Oliveira (PT), e pela ex-secretária da Administração, Stela Farias (PT), não corresponde à verdade. O projeto retira o direito à paridade entre ativos e aposentados e acaba com as promoções, que serão feitas de acordo com a vontade do governo”, destacou o presidente do Sindsepe-RS, Cláudio Augustin.

A verdade é que o Rio Grande do Sul não tem um piso salarial para os seus servidores, assim como não tem um teto salarial para os altos vencimentos.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Fotos: André Ávila

segunda-feira, 15 de abril de 2013

14º Núcleo/CPERS-Sindicato: Servidores da Procempa entram em greve por melhore...

14º Núcleo/CPERS-Sindicato: Servidores da Procempa entram em greve por melhore...: Paralisação pode prejudicar serviços ligados à Tecnologia da Informação em Porto Alegre 15/04/2013 11:07 Servidores da Companhia de Pro...

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Reptilian shapeshifter - Lee Rosenberg/Barack Obama


Real Reptilian Shapeshifter Demons TV

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Gayatri Mantra- Forma da B........... Cósmica.....\/


Com a Falencia do Governo perante os Funcionários de Escola, também ocorre a Falência das Escolas Estaduais.

RS: sem professores há 40 dias, cursos técnicos decepcionam alunos

Das 12 escolas estaduais que oferecem curso técnico em Porto Alegre, cinco têm dificuldades na contratação de professores

Com o mercado de trabalho aquecido na área de tecnologia da informação (TI), fazer um curso técnico em informática era a oportunidade de mudar de vida para Gilmar Jacobsen, 34 anos, que há três anos tentava uma vaga no sorteio para estudar no Colégio Estadual Protásio Alves, em Porto Alegre (RS). Passados 41 dias do começo das atividades na escola, ele não teve aula das principais disciplinas do curso por falta de professores. A empolgação para Jacobsen e outros milhares de jovens que buscam a educação profissional nas escolas da rede estadual se traduz hoje em decepção.
Levantamento feito pelo Terra nas 12 escolas estaduais que oferecem cursos técnicos na capital gaúcha aponta que cinco delas precisam lidar com a falta de professores. No curso de Jacobsen, os alunos ainda não tiveram nenhuma aula no primeiro semestre em quatro disciplinas: sistema operacional, arquitetura e montagem, banco de dados e redação técnica. "São as cadeiras mais importantes do técnico. Fazemos um curso de informática sem professor de informática", criticou o estudante, que trabalha como autônomo consertando computadores.
Segundo a direção do Protásio Alves, essas disciplinas têm uma carga horária semanal de até cinco períodos (com duração de 50 minutos cada). Sem professor, o colégio não tem outra alternativa se não mandar os alunos embora. "Às vezes viemos na escola para ter uma aula. Quando a matéria que falta professor é depois do recreio, sempre vamos para casa. Tem dias que nem vale a pena vir", disse o colega de Jacobsen, Daniel Pinheiro, também com 34 anos.
Com curso profissionalizante do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) na área de arquitetura e montagem de computadores, ele se ofereceu para ensinar os colegas enquanto a turma não tem professor, mas a sugestão não foi aprovada pela direção da escola. "Disseram que não podem liberar o laboratório de informática para um aluno, precisa ter um responsável". Segundo a direção, não há previsão de contratação dos docentes. Com isso, o curso que teria duração de um ano e meio deve ser prorrogado para, no mínimo, dois anos.
O Terra visitou a escola, que atende mais de 2,4 mil alunos do ensino médio e dos cursos técnicos, na noite da última quinta-feira. Pelos corredores, os alunos demonstravam indignação com o "descaso" com o curso de informática. "Quem sabe fazemos um abaixo-assinado, vamos entregar lá na Secretaria da Educação para ver se tomam uma atitude", sugeriu Daniel Pinheiro, que é vice-líder da turma do primeiro semestre e um dos mais revoltados com a situação. 
Na sala da direção, a vice-diretora do turno da noite, Ana Maria de Souza, tentava administrar a indignação dos alunos com a rotina nada tranquila de uma grande escola. Além de não contar com professores para o curso técnico, ela ainda precisa lidar com os docentes que faltam ao trabalho. Naquela quinta-feira de chuva intensa, um professor de português do ensino médio ligou avisando que estava doente. Sem um substituto para assumir os cinco períodos, ela mandou um aluno do primeiro ano, que reclamava da ausência, ficar esperando com os colegas dentro da sala até a próxima aula. Pouco depois, outra estudante entrou porta adentro reclamando que a biblioteca estava fechada. A menina foi obrigada a dar meia volta e deixar para pegar o livro que precisava no dia seguinte, já que sem uma bibliotecária a sala só é aberta em alguns horários, dois dias na semana. 
"É difícil, mas eu estou aqui, aceitei assumir a vice-direção, porque acredito que podemos melhorar", disse Ana Maria, professora da rede estadual há 10 anos. Segundo ela, o maior problema dos cursos de informática é que os profissionais da área não têm interesse em dar aulas por um salário que não atinge sequer o piso nacional - no Rio Grande do Sul, um professor com carga horária de 40 horas semanais ganha menos de R$ 1 mil como vencimento básico. "O salário de um mês no magistério eles ganham em um fim de semana na iniciativa privada. Me diz, quem vai querer?".
Para a vice-diretora, além do salário, outro problema é que o Estado não prioriza o concurso público para as carreiras técnicas. Os docentes desses cursos são contratados de forma temporária e acabam permanecendo pouco tempo nas escolas. No Protásio Alves, assim como em outras escolas da rede, o problema não é recente. Os alunos que começaram o técnico no segundo semestre do ano passado, ainda não tiveram aulas nas disciplinas de arquitetura e montagem, sistema operacional e banco de dados. "É muito complicado porque eles estão com essa lacuna no aprendizado. São disciplinas que são pré-requisito para as demais", diz Ana Maria, sem saber quando será possível concluir o curso.
Aulas nas férias para compensar a falta de professores

Na Escola Técnica Parobé, um gigante com 3,7 mil alunos, a direção só conseguiu professor para a disciplina de construção de estradas no final do semestre passado. Com isso, os alunos passaram todo o período de férias tendo aula. "A Secretaria da Educação tem um banco de dados com professores cadastrados, mas eles chegam aqui (na escola) sem experiência nessas disciplinas mais específicas. Para dar aula de construção de estradas, precisa ser alguém que trabalhe com isso. E agora eu pergunto, um engenheiro que trabalha com isso vai querer dar aula numa escola pública?", questiona a diretora, Carmen Angela Straliotto de Andrade.

Neste momento, a escola está com o quadro de docentes completo, mas Carmen não sabe até quando a situação continuará tranquila. "A desistência é muito grande. O professor contratado fica um tempo e sai, aí recomeça todo o processo em busca de uma nova pessoa", disse. Segundo ela, as maiores dificuldades de contratação são nos cursos de edificações, construção de estradas e eletrônica.
Na Escola Técnica Professor Ernesto Dornelles, a situação também é difícil. Os alunos dos cursos de design de interiores e de prótese dentária estão sem dois professores desde o começo das aulas, em 27 de fevereiro. Segundo a diretora, Irene Longhi, a professora de design deve começar as atividades nos próximos dias. Sobre o professor de prótese dentária, a Secretaria da Educação informou que a contratação já foi encaminhada.
Mais uma vez, o problema é a falta de especialistas interessados em dar aulas. "Nas disciplinas regulares, como português e matemática, é mais fácil porque a gente faz um remanejo entre as escolas. Mas nos cursos técnicos não tem gente na rede para suprir essas carências", diz a diretora.
A falta de professores ainda foi verificada na Escola Técnica José Feijó, na qual a professora de matemática e estatística precisou tirar licença saúde no começo no ano letivo por causa de uma gestação de risco e um substituto não foi encontrado. Segundo a Secretaria da Educação, nenhuma demanda foi apresentada porque em licenças inferiores a 30 dias a própria escola deve resolver a falta do docente remanejando professores de outras disciplinas.
Já na escola Coronel Emílio Massot, falta um professor no curso técnico em administração, além de docentes de literatura e espanhol para as turmas do ensino médio. O Terra não conseguiu maiores detalhes sobre os problemas na instituição porque a direção se recusou, após várias tentativas de contato telefônico e até uma visita na escola, a falar com a reportagem. A Secretaria da Educação não tem conhecimento dos problemas na instituição.
De 1.603 inscritos no último concurso, apenas 30 tomaram posse

De acordo com dados da Secretaria Estadual da Educação, no último concurso do magistério, feito no ano passado, 1.603 pessoas se inscreveram para dar aulas em cursos técnicos no Estado, mas apenas 48 foram aprovadas. Dessas, somente 30 tomaram posse, já que cinco não tinham as habilitações exigidas no edital e 13 desistiram de assumir o cargo. Um novo concurso vai ser feito este ano com a expectativa de preencher 480 vagas de educação profissional.

Diretora de Recursos Humanos da secretaria, Virgínia Nascimento culpa as gestões anteriores pelas deficiências nas escolas técnicas da rede. "Os dois últimos governos não fizeram concurso público, por isso temos tanta dificuldade na contratação", afirmou em entrevista por telefone. Ela disse que concorda que os contratos temporários dificultam a permanência dos profissionais nas escolas e acredita que no concurso deste ano o número de nomeações será maior.
"Tivemos muita dificuldade no último concurso, as pessoas não acreditavam que o governo iria nomear tanta gente e não se prepararam, mas agora a situação é diferente". Sobre os salários não serem atrativos, ela descarta a criação de um plano de carreira específico para as escolas técnicas e diz que o governo estadual está trabalhando para cumprir com o piso nacional, sem fazer alterações no plano de carreira da categoria. "Não é porque é da área técnica que vai ter salário diferente", disse.
Sobre a situação no Colégio Protásio Alves, a diretora afirmou que as contratações foram encaminhadas e os professores devem chegar à escola num prazo médio de 14 dias.

Enquanto isso não acontece, Jacobsen e os colegas que viam no curso técnico - e na ampla demanda do mercado de trabalho por profissionais especializados - uma oportunidade de mudar de vida, resta lamentar. "Esse curso abrange uma área muito específica, tem aulas de redes, linguagem de programação, as oportunidades de emprego são muito boas. Mas agora, sem aula, não sei como vai ficar". 

Angela Chagas, do Portal Terra

Governos Impopulares Baixam Decretos Impossíveis

Audiência Pública evidencia problemas de projeto que reestrutura o quadro geral

Audiência pública realizada na manhã desta terça-feira 9, na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, discutiu o Projeto de Lei nº 43/2013, que reestrutura o quadro geral dos servidores públicos. Como sempre acontece com projetos que envolvem os servidores públicos, o PL foi encaminhado pelo Executivo com regime de urgência.

Tratado pelo governo como criação de uma carreira para os servidores do quadro geral, o projeto apenas reestrutura o quadro. Mantém problemas como o desrespeito à paridade entre ativos e aposentados, institui uma parcela autônoma e não estimula nem mesmo a escolarização, pois cria dois níveis com diferença de apenas 5% entre eles.

Segundo Cláudio Augustin, presidente do Sindsepe-RS, o projeto cria dois graus adicionais, o E e o F, mas impede que servidores aposentados ou próximos de se aposentar alcancem esses níveis. Também acaba com a data das promoções, em julho e agosto. Para ele, a revogação desse dispositivo liquida com as promoções no quadro geral (clique aqui e veja documento elaborado pelo Sindsepe-RS).

Em 2012 o governo simplesmente ignorou as manifestações do CPERS/Sindicato e manteve um grupo de funcionários de escola fora do plano de carreira. Agora, esses servidores foram inseridos na reestruturação do quadro geral. Isso caracteriza um ataque ao plano de carreira dos funcionários de escola.


“No ano passado estivemos aqui dizendo para os deputados que havia servidores que há mais de 13 anos estavam fora do plano de carreira e que se não fossem incluídos seria por falta de vontade política”, disse a vice-presidente do CPERS/Sindicato Neida de Oliveira. “Os cargos de servidores de escola foram jogados neste projeto”, afirmou. Para o governo Tarso, a valorização profissional se dá com o pagamento de parcelas autônomas, completivos salariais etc. Ao aprovar projetos inconstitucionais com origem no Executivo, a Assembleia Legislativa autoriza o governo a continuar descumprindo leis, como é o caso do piso dos educadores.

O Projeto de Lei tem tantos problemas que até mesmo os representantes do governo têm dificuldade em defendê-lo. Constrangido perante uma sala lotada de servidores, o deputado Raul Pont (PT) não
conseguiu explicar o projeto. Situação ainda mais constrangedora foi experimentada pela representate da Procuradoria Geral Marília Bueno, que também não conseguiu defender a constitucionalidade do projeto.

O projeto deve entrar em votação na próxima terça-feira (16) e o CPERS/Sindicato já deliberou na reunião do seu Conselho Geral que irá acompanhar a votação.


João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato


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Rodoviários e as consequências da dupla função





Texto: Joseclei Nunes (Blog) (Facebook) (Twitter)

Há menos de um mês, a cidade do Rio de Janeiro passou por um dia de tensão devido à greve dos rodoviários, mas tudo acabou sendo em vão.

É inegável comentar sobre a dupla função. De um lado os motoristas estressados e freqüentemente sem treinamento adequado. Do outro lado, uma legião de passageiros submetida a viagens desconfortáveis, muitas vezes perigosas, e horas de engarrafamento. Acrescente a isso a ineficiência da fiscalização no transporte público. O resultado dessa equação faz com que circular de ônibus no Rio seja um sofrimento diário que, não raramente, termina em tragédia, como aconteceu na terça-feira retrasada. Sete pessoas morreram e 11 ficaram feridas.

A reivindicação é mais que justa. Muitas cidades do Brasil já estão acabando com essa dupla função. Mas aqui no Rio é diferente, pois há um interesse público e privado.

Se não fosse o fim trágico desse acidente, seria apenas mais um nas estatísticas do governo. Foram registrados nos últimos quatro anos, uma média de dois acidentes com vítimas por semana envolvendo ônibus. Em 2011, houve o registro de 126 casos; em 2012 foram 84. No ano passado, a ouvidoria da Secretaria municipal de Transportes recebeu 28.294 reclamações sobre os ônibus. Entre as queixas mais freqüentes estão falta de humanidade por parte do motorista e comprometimento à integridade dos passageiros. Especialistas já apontaram o estresse dos motoristas como uma causa freqüente de acidentes. No caso do veículo da semana passada, o motorista também exercia a função de cobrador.

Mesmo sabendo dessas tragédias, o governo ainda mantém a dupla função. Em 2008, o projeto de lei nº50/2007 criada pelo deputado Paulo Ramos (PDT-RJ) pretendia acabar com a dupla função. O projeto foi aprovado, porém acabou indo para a gaveta do presidente da câmara que pertence ao PMDB.

O projeto de lei de junho de 2008: Pelo Regimento Interno da casa, este projeto deveria entrar na pauta para a segunda discussão 48h após a primeira aprovação, mas até hoje, quase quatro anos depois, não foi incluído na Ordem do Dia por Paulo Melo. Para Ramos, está claro que o lobby das empresas de ônibus, representadas Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), impede a aprovação:

"É a força que têm as empresas. Quem é que tem poder para fazer um projeto importante como esse não tramitar? Só pode ser a Fetranspor", acusa.

Com aval da prefeitura e do governo do estado do Rio de Janeiro, estas empresas, a fim de ampliarem seus lucros, criaram a dupla função. Além de dirigir, os motoristas são obrigados a receber dinheiro e dar o troco enquanto dirigem. Eles se desconcentram do trabalho principal, a direção, e acabam tendo problemas com passageiros por conta de eventuais erros na hora de repassar dinheiro.

Esse acúmulo de funções tem como resultado diversos acidentes, atrasos no embarque que conseqüentemente tornam o trânsito pior, viagens mais incômodas, longas, estressantes e arriscadas tanto para o motorista quanto para os passageiros. Afinal, se não podemos usar telefone celular enquanto dirigimos, não faz sentido que os motoristas de ônibus possam trocar dinheiro.

O interesse é grande para muitos e os problemas continuam, viram estatísticas e no final ninguém faz nada. A culpa sempre acaba caindo em cima dos mais fracos, como aconteceu no acidente da linha 328, onde mesmo sabendo que o veículo estava fazendo suas viagens de forma irregular, com multas, o motorista, e não na empresa, foi culpado. Sem contar que as empresas de ônibus só querem saber de aumentar as passagens e não fazem prevenção dos coletivos, além de aumentarem a carga horária dos trabalhadores rodoviários, que estressados repassam suas frustrações para nós, passageiros!

Diferente do Rio, muitas cidades já terminaram com a dupla função. O que nos resta é esperar que com esse fim trágico, nossos parlamentares pressionem o governo e a prefeitura para acabar com esse descaso, onde um motorista que já trabalha quase 18 horas diária acaba enfrentando essa dupla função. Isso só trás péssimas conseqüências a todos nós passageiros e aos rodoviários.  Agora aguardar os próximos capítulos e torcer pelo fim dessa função.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mitologia Romana

http://www.scribd.com/doc/7479400/Mitologia-Romana

Galeria de Gatos


Pintura de Gatos


Simbolismo: Culto a Saturno | Knowledge is Power

Simbolismo: Culto a Saturno | Knowledge is Power

A Mitologia e Androgenia

Paulo Leonardo Castilho Pires Na mitologia

Andrógino é, também, segundo o livro "O Banquete", de Platão, uma criatura mítica proto-humana. No livro, o comediógrafo Aristófanes descreve como haveria surgido os diferentes sexos. Havia antes três seres: Andros, Gynos e Androgynos, sendo Andros entidade masculina composta de oito membros e duas cabeças, ambas masculinas, Gynos entidade feminina mas com características semelhantes, e Androgynos composto por metade masculina, metade feminina. Eles não estavam agradando os deuses, que os resolveu separar em dois, para que se tornassem menos poderosos. Seccionado Andros, originaram-se dois homens, que apesar de terem seus corpos agora separados, tinham suas almas ligadas, por isso ainda eram atraídos um por o outro. O mesmo ocorre com os outros dois. Andros deu origem aos homens homossexuais, Gynos às lésbicas e Androgynos aos heterossexuais. Segundo Aristófanes, seriam então dividos aos terços os heterossexuais e homossexuais.
Paulo Leonardo Castilho Pires Fonte:http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Androgynos&action=edit&redlink=1 pt.wikipedia.orgVocê não está autenticado(a). Embora sua edição seja bem-vinda, o seu endereço IP será registado no histórico desta página. Pode ocultar o seu IP criando uma conta, com a qual passará a dispor de muitos outros benefícios.

Afinal que História é essa de deus nao existir??

Xá De Mate!