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Origem das Visitas

AROLDO FILHO

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domingo, 25 de agosto de 2013

MENINA DE 13 ANOS É ESPANCADA NA SAÍDA DA ESCOLA EM IBIÚNA, SÃO PAULO






Garota de 13 anos é espancada ao sair da escola, enquanto outros jovens dão risada!

Revolta nas redes sociais!

O vídeo revoltante gravado por um cinegrafista amador,
registra agressões covardes realizadas contra uma jovem após a mesma sair da escola.

Conforme informações posteriores, o flagrante de violência aconteceu em Ibiúna, São Paulo no dia 20 de Agosto de 2013 em frente uma escola do governo.

1 - A mãe da menina agredida é professora e se chama.

Ana Maria das Dores Ribeiro, moradora de Ibiúna - SP.

1.2 - A menina agredida tem 13 anos e não conhecia a agressora.

1.3 - A agressora tem 16 anos e se chama Mayara Ortiz.

2 - Quem apartou a briga, segundo denunciante, foi o vice prefeito de Ibiúna.

3 - A mãe da jovem agredida chegou a fazer campanha no Facebook para localizar o agressor que deu o primeiro tapa na menina.

4 - Secretária de advogacia denuncia que o primeiro tapa foi de um rapaz maior de idade chamado Lucas.

5 - Parentes e pessoas próximas da menina agredida informam que a menina deu entrada no hospital e possivelmente perdeu audição em um dos ouvidos. Estão aguardando laudos médicos. Ainda não se sabe se foi com o soco fechado de direita recebido no início do vídeo pelo rapaz ou se foi ao bater com o a cabeça na guia da rua ao ser derrubada pela jovem de 16 anos.

6 - Um boletim de ocorrência sobre a agressão foi registrado na delegacia de Ibiúna.

O fato gerou várias discussões, sobretudo enfocando o problema da violência no Brasil, incidente tanto em jovens quanto entre adultos. Como esta situação pode ser revertida? manifeste sua opinião, contribuindo para a formação de um debate democrático.

Fonte: Política na rede.

Dados podem ser atualizados de acordo
com chegada de novas informações!

sábado, 10 de agosto de 2013

Dois escritos pra sábado (André Anlub®)


Dama de fé

É dama de fé famélica,
vive o amor como um Deus.
Suas ações são suas vozes,
são seus céus, versos e véus.

É dama que simplesmente faz,
jamais quis fazer parecer.
Silencia e desmascara os atrozes
que respondem com vis falações.

Pros falsos profetas macabros,
ela sorri com suas benevolências,
pois são profetas de mero vocábulo
que voa sem asa nem rumo
e pousa na injúria de castos,
no deserto das aparências.

André Anlub®


Verto os versos na vértebra da poesia
até vê-la envergar ao máximo.
Faço do meu jeito.
Mergulho
entrego-me 
sonho.
Os olhos se encharcam
a emoção fica ao avesso.
Faço o meu leito.

André Anlub®

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O CAMINHO DO UNIVERSO- O INÍCIO

 
*Algum tempo atrás, eu prometi para a pessoa mais especial da minha vida que iria contar de uma forma poética a história de um universo que caminha em busca de sua musa inspiradora. De fato, tais palavras não poderiam ser proferidas sem a devida inspiração, e também de fato, ela no meu íntimo é a perfeita musa inspiradora. Então, gostaria de dedicar este texto poético a ela colocando a primeira parte.

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O caminho do universo – O início

Diriam os deuses que se o universo pudesse escolher, escolheria todo o caminho em pétalas de rosa. Seria a grama de um verde que lembrasse os olhos delas, e o azul do céu tudo que habita no oceano dos seus olhos.

Mas, em um mar de possibilidades só haveria uma de caminhar. E o caminho não seria o mais tênue e leve, seria movido pela paixão, desejo e amor de estar presente na presença dela, ser redundante o suficiente para amá-la o dobro, corajoso o suficiente para entregar bilhões de anos de sua existência em busca dela, a sua musa inspiradora, e paciente o suficiente para começar tudo de novo.

Então! Deixou-se levar pelo fio que habita a eternidade, pelo horizonte que puxa toda a existência e digno de sentir todo o absoluto.

Sua respiração inicial era intensa, explosiva e silenciosa, um equívoco a razão, um paradoxo para a linguagem e uma ausência de tempo e espaço. Era ali, naquele ponto disforme, sobre olhares sobrenaturais que o universo dava o seu primeiro movimento, não haveria choro, ou qualquer tipo de dor, apenas o sentimento de viajante, aventureiro, capitão, senhor dos mares, dominador de leões.

E quem poderia acalmar todo seu esplendor? Era luz, pura luz, e um determinado e singular amor, e assim seria por um instante, um breve instante de todo o tempo, uma singularidade e tudo aquilo que a ciência não pode enxergar.

Sentia-se conectado, adjacente, emaranhado. Todos os lugares no mesmo lugar, todos os sentimentos em um só, e tudo de sua desejada em si. Pura sintonia em sinfonia. Tudo que seria era tudo o que era naquele exato momento, todo o movimento que precede a busca pelo fim. Toda conjuntura existencial que se definia na figura de sua amada. De todas as ruas, de todas as brechas, aberturas, portas, caminhos, rachas ou fendas, seria aquele que escolherá: amá-la incondicionalmente e de uma forma intrinsecamente imprevisível.

O que traria com a imprevisibilidade seria tudo que está no âmago do seu ser, na falta de palavras, beija-flor na orla marítima, o toque do sol sobre o horizonte, desde a dança fúnebre de uma estrela que engole seus conterrâneos em um ato de abraço, até mesmo aquilo que tudo engoli em um ato infinito e enigmático, se era pesadelo dos deuses, tomou a permissão dos mesmos; se era um ralo cósmico primordial desejava estar lado a lado de sua amada em um momento que lacerava do tempo que habitava em si toda a duração. Queria intenso, e quem não quer? Queria absoluto, e quem não almeja? E queria de uma vez por todas todo o amor que rasga a alma.

Seria abraço, o aperto no coração. Seria o que precede o gozo, o puro orgasmo. Seria a flor desabrochando, à distância diminuindo, a ponte que conecta. Seria de uma vez por todas, dimensão, extensão, tempo, espaço. Caminho.

Naquele momento diriam os deuses mais uma vez que seu primeiro passo era a soma de toda a sua presunção, era o conjunto ordenado, o relojoeiro. O primeiro passo era o simples passo que dava início a uma longa caminhada. O simples passo que possibilita o fim, a busca pela finalidade, o risco, a ousadia de mais uma vez estar de mãos dadas com ela, à praia sobre o sol bronzeante, o cristo redentor, a lembrança de Zeus, a desejada Grécia.

Autor: Jonathas Pereira Souza 

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