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Origem das Visitas

AROLDO FILHO

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

EQUINÓCIO


http://ateupoeta.blogspot.com.br/2013/11/equinocio.html

EQUINÓCIO

Se a poesia não preenche
Ainda haverá a música
Mas o vazio vem da própria busca
Só deve ser acompanhado da dúvida

Um mergulho para dentro de si
Volta ao mundo real
Lá onde a literatura não alcança
O universo dança onde não se posso ver

O tédio não vem do ócio
Mas do equinócio de não pertencer a mim mesmo
Um poço de insensatez
Para livrar da tênue tez-prisão

A vida é uma gaiola
As minhas asas querem flutuar

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

23/11/2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Tapete vermelho do amor


Tapete vermelho do amor

Saiu a lista dos apaixonados do ano
nem sicrano, nem fulano
meu nome estava lá.
Foi magia
em primeiro lugar, quem diria.
- mas por favor, não vão me alugar...

Já era de praxe
peguei pesado no sentimento
amei além da imaginação.
Não teve um sequer momento
que eu não tenha acertado na mão.

fiz o bê-á-bá certinho
o arroz com feijão.
Rezei conforme a cartilha
e para não perder-me na trilha
segui cada pedaço de pão.

Comecei como homem de lata
levei na lata, fiquei em frangalho.
Nunca levei jeito pra espantalho
sobrou muita coragem pro leão.

Por causa da inspiração
deixei de me acabrunhar num fosso.
Tornei-me de cerne, carne e osso
e fiz da poesia oração.

André Anlub®
(22/5/13)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

IDIOTICE


IDIOTICE

Idiossincrasias à parte
Demônios não batem à porta
Incêndios não torram marte 
Tremor do além é firula 
 O pra sempre é língua morta
Ilusão vendida a granel 
Cápsulas que vem sem bula 
Enviadas por anjos do céu... 

Autora: Marisa Schmidt

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Falando de arte


Da Arte

Primeiro marquei meu horizonte
em um traço negro em declínio
deixo a inspiração fazer domínio
depois me embriago na fonte.

Pintores são fantoches e fetiches
sobem em nuvens ou caem em piches
respiram a mercê de sua cria
são puros profetas à revelia.

Tudo podem e nada é temível
nem mesmo perderem o dom
sabem o quão infinito é o tom.

Seus corações de loucos palpitam
e no cerne que eles habitam
saem às cores do anseio invisível.

André Anlub®