Pesquisar neste blog

Origem das Visitas

AROLDO FILHO

https://www.facebook.com/DelfosJornal GRUPO AROLDO FILHO NO FACEBOOK

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FÁTUA: TABU E PERVERSÃO SEXUAL


1.      GAYS PERVERSOS

EFEBOS (Grécia): Garotos jovens que eram estuprados por homens da elite na Grécia.

GAROTOS ESCRAVOS E POBRES (Roma): No Império Romano, também homens ricos estupravam garotos escravos e pobres, embora que apenas se falem dos chamados efebos da Grécia. Em Roma acontecia o mesmo, embora que não se desse um apelido para esses jovens, como na Grécia. A pesquisadora Yale Sarah Ruden defende a visão de que Saulo de Tarso (São Paulo) teria condenado o homossexualismo com a finalidade de proteger as crianças da “predação sexual” romana.

LEONARDO DA VINCE (Itália): Gostava muito de um jovem de quem fora afastado. Não há certeza quanto a atos sexuais entre ambos ou se Da Vince teve atos sexuais com alguém em toda a sua vida, ou se morreu virgem.

ALEXANDRE MAGNO (Grécia-Macedônia): Alexandre, o Grande, possivelmente tivera vários amantes, usando, na maioria das vezes, de tortura e coação para conseguir o que queria.

NERO (Roma): Nero Claudius Caesar Augustus Germanicus tinha dois amantes: Marcus Salvius e Poppaea. Nero também se apaixonou pela escrava Claudia Acte, por causa de quem rompeu laços com sua mãe, Agripina. Nero matou a própria mãe, duas esposas, um irmão e mandou matar cristãos, dentre eles os santos Pedro e Saulo de Tarso (São Paulo).

JÚLIO CÉSAR (Roma): Caio Júlio Caésar, o general mais famoso, possivelmente tivera relações com Nicomedes, um soberano da Tibínia. Daí a alcunha de “Rainha da Tibínia” posta por suas legiões.

GLAN GASTONE (Florença): Gastone montou um estábulo sexual com 370 garotos. Fazia sexo com os garotos bêbados em sua cama; onde dormia também com cães, bebia, defecava e vomitava.

HELIOGÁBALO (Roma): À noite se prostituía em bordéis. Travestia-se dia e noite. De dia o imperador apresentava o escravo Hiérocles como seu marido. Ofereceu metade do Império Romano ao médico que lhe pudesse dar uma vagina.

TIBÉRIO (Roma): Avô de Calígula e esposo de Júlia. Tibério levou vários garotos para a ilha de Capri. Também fez zoofilia com burros, bodes, camelos, zebras e até com um leão domesticado. Deixou a esposa morrer de fome. Assassinou a mãe e 2 irmãs de Calígula.

DOMICIANO (Roma): O imperador romano mandava matar concubinas e escravos, depois de os depilar pessoalmente para manter relações com os defuntos (necrofilia). Também fazia zoofilia com bodes e porcos.

MAO TSE TUNG (CHINA): Deflorou mais de duas mil virgens. Estuprava também jovens recrutas levados a ele pelo general Pen Duhai, comandante do exército.

2.      GARANHÕES SÁDICOS

CALÍGULA (Roma): Gaius Caesar Germanicus era amante das 3 irmãs, dentre elas Agripina, mãe de Nero. Arrancou um feto seu do ventre de uma de suas irmãs com as próprias mãos. Assassinou seu avô Tibério.

IDI AMIN (Uganda): Cortava os pênis de seus adversários. Dormia com as mulheres de seus adversários e com as mulheres de todos os seus subordinados.

YANG (China): Projetou cama vibratória para deflorar virgens resistentes. Mandou construir monumentos e estradas que causaram a morte de milhares de pessoas.

IBN SAUD (Arábia Saudita): Teve 20 mil mulheres, 17 delas eram esposas e 660 concubinas. 48 filhos legítimos e 600 filhos bastardos.

GEORGE IV (Inglaterra): Pelo menos 7 mil amantes.

WILT CHAMBERLAIN: 2O mil mulheres.

JHON CURTIS HOLMES: 14 mil mulheres.

REI EDWARD VII: 7.800 mulheres.

REI MONGUT: 9 mil mulheres.

REI MUTEESA: 7 mil mulheres.

ANÔNIMO: 52 mil atos sexuais, segundo contagem do cientista Alfred Kinsey.

3.      DEVASSAS:

JÚLIA (Roma): A imperatriz dormiu com metade dos aristocratas de Roma e se oferecia a estranhos nas ruas, os arrastando para os becos. Já na adolescência não sabia contar o número de amantes que possuía. Exilada por seu pai, Augusto, na ilha da Pandateria, foi esquecida por seu marido, Tibério, e morreu de fome.

MADEMOISELLE DUBOIS (França): Dormiu com pelo menos 16.527 homens, contabilizado por ela própria.

VALERIA MESSALINA (Roma): A imperatriz, esposa de Cláudio, transformou uma ala do palácio em seu bordel particular onde atendia a qualquer um por um preço simbólico. Chegou a disputar com uma puta famosa de sua época e venceu ao se deitar com 25 homens em 24 horas.

VANOZZA DEI CATANNEI e GUILIANA FARNESE: amantes do papa Alexander VI. Vanozza era apelidada de Esposa de Cristo, ela enriqueceu graças ao papa. Guiuliana foi instalada em um palácio em frente ao Vaticano e foi responsável pela indicação de Paulo III a cardeal.

MAROZIA: amante de dois papas e fez da Basílica de São João de Latrão o seu bordel pessoal.

4.      PROSTITUIÇÃO EM POMPÉIA

41 bordéis. 156 tavernas. 80% da população era pobre.

Lupanári: era o bordel mais conhecido. Funcionava às 9 horas (79 d.C.)

Gladiadores: eram também garotos de programa para mulheres ricas, virgens ou casadas.

Escravidão Sexual: as prostitutas eram escravas seqüestradas da Ásia e África. Com o crescimento do cristianismo, cristãs são forçadas a ser prostitutas; como castigo.

Prostitutas especialistas: Muitas das prostitutas eram especialistas em um tipo específico de sexo, como exemplo Mirtes, que era especialista em sexo anal; outras se especializavam em sexo oral ou em posições complexas (como as do Kama-Sutra).

Mulheres livres: viravam prostitutas por desespero, por causa da miséria.

Delano: cafetão que subornava a polícia e trabalhava para pessoas da elite, as reais donas do bordel.

Mulheres ricas: também eram prostitutas, tinham amantes e contratavam garotos de programa.

Casa de Ceticióri: a elite tinha clubes de sexo particulares, uma delas era a casa de Ceticióri. Cenas de sexo pintadas por todo canto igual aos bordeis, porém mais elaboradas. O dono fazia e permitia orgias particulares. Dínimus levou duas moças e um garoto à casa de Ceticióri.

Calígula: em 40 d.C. criou imposto sobre a prostituição, enriquecendo os cofres públicos e instala um bordel. Não fosse esse imposto Roma não teria escapado da falência.

Nero: também vivia em bordéis. Em toda a Roma acontecia o mesmo que em Pompéia, só que Pompéia se preservou mais por causa do Vesúvio.

Vespasiano (depois de Nero, 69 d.C): manda pintar em Roma por cima das figuras de sexo para escondê-las.

5.      SEXO NAS RELIGIÕES

  • Egito:



7 (sete) =  atirador; ejacular. O nome do deus mau é justamente Seth.

Papiro erótico de Turim: mais antiga revista pornográfica há 2 mil anos do Kama-Sutra. 12 posições sexuais que o Kama-Sutra imitou.

Deuses casando: quase todos os deuses se casam entre irmãos.

Geg (a Terra): O deus Geb faz sexo consigo mesmo antes de criar os seres vivos.

  • Hinduísmo:



Em uma das versões na origem da trilogia suprema, o deus Shiva aparece entre Bhrama e Vishnu como um pênis de fogo sem início nem fim. Em uma outra versão Shiva é uma deusa, Shiva um deus e Parvate é o terceiro da deus da supremacia, sendo um deus hermafrodita que ora vira masculino, quando apoiaria Shiva, ora vira feminino, quando apóia Vishnu.

Krishna: via meninas tomando banho e roubava suas roupas para vê-las nuas. Até as mulheres casadas o seguiam à floresta quando ele tocava flauta (ver o flautista de Handlin).

  • Budismo:



No século VI o avatar hindu da deusa Vishnu, Sidarta Gautama, o Buda, teria abandonado a esposa no caminho da pátria religiosa que os monges seus seguidores adotaram. Daí a estória do celibato.

  • Grécia:



Zeus: traía Hera com deusas, ninfas e mortais.

Afrodite: nasceu da espuma do mar resultante da castração de Urano por Cronus. Teve vários amantes, dentre eles os deuses Baco, Hermes e Ares. Dentre os mortais, Adônis que também era amante da deusa Perséfone, a esposa de Hades.

Baco: No princípio o deus mais querido pelo povo, se opondo a Apolo. Teve incontáveis amantes e seguidoras, as bacantes. Talvez dele venha o termo “bacana”.

  • Catolicismo:



Mesmo com as proibições expressas pelos concílios de Elvira (306), Nicéia (325), Latrão (1123 e 1139) e Trento (1545-1563) a verdade é que os clérigos jamais deixaram de fazer sexo, em detrimento da castidade que nunca foi seguida efetivamente como a Igreja ainda prega.

Nepotismo: Nepos = sobrinho. Muitos “sobrinhos” de papas eram transformados em cardeais. Mas, de fato os “sobrinhos” eram filhos dos papas. Calixto III nomeou o “sobrinho” Alexandre VI (Rodrigo Bórgias) como cardeal. O papa Alexandre VI (1492-1503) nomeou dois filhos como duques (César e Jofre), dois netos como cardeais. Ainda nomeou Paulo III (papa de 1534 a 1549) como cardeal a pedido de sua irmã e amante Guiliana Farnese, depois instalou esta num palácio ao lado do Vaticano. Alexandre VI também teve Vannozza dei Catannei como amante.

Concílio Quinissexto (Constantinopla, ano 692): Permitia no oriente clérigos casados, se estes já estivessem casados antes da ordenação. Apesar de não ser permitido, na Inglaterra, em Milão e no norte da Itália era comum o casamento de bispos e que os cargos passassem por hereditariedade.

Marozia: Mãe do papa João XI (filho de Marozia e do papa Sérgio III). Foi amante de Sérgio III (papa de 904 a 911) e do papa João X (também amante de Teodora, a mãe de Marozia). Marozia arquitetou a morte de João X e pôs em seu lugar o filho João XI. Anos depois assume o papado João XII, neto de Marozia. Marozia teria transformado a Basílica de São João de Latrão em um bordel pessoal, onde teria morrido em 964, nos braços de um de seus amantes.

Concílio Vaticano II (encerrado em 1965): permite a ordenação de diáconos já casados.

Atualidade: quase 70 mil padres abandonaram o cargo entre 1964 e 2004. No Brasil pelo menos 7 mil padres abandonaram a profissão para casar. Quase 5 mil eclesiástico são acusados de pedofilia no mundo. Em 2012, 2 monsenhores e 1 padre presos no Brasil por pedofilia e um padre na Argentina é acusado de tortura e assassinato por um jornalista.

Cátaros: era uma ordem da Igreja que arrebanhou tantos fiéis que começou a competir com a própria Igreja. As outras ordens os mataram. Cátaro = puro (de Catarina). Os cátaros pregavam que o casamento e o sexo eram coisas do mau e, por tanto, deveriam ser evitados. Uma das coisas que os fez ser vistos como santos foi além de tudo o autoflagelo que a ordem fazia muito.

Sexo contraceptivo: tudo o que fosse contraceptivo era proibido pela Santa Inquisição (que surge a partir do século XIII). Para a Igreja o sexo anal, sexo oral, a posição da vaqueira eram estritamente proibidos, assim como tomar qualquer coisa que achassem que dificultasse ou atrapalhasse a gravidez. Recomendava-se a posição do monge, por que o sexo deveria ser estritamente para a procriação, de outro modo seria pecado, e se a mulher estivesse por cima se achava que o sêmen não conseguiria a fecundação, por que não tinham o conhecimento aprofundado sobre o espermatozóide.

Sexo anal: era permitido se a mulher alegasse que engravidar a deixaria feia e com o corpo deformado, ou que não pretenderia engravidar, e que esse seria o único modo de não engravidar sem pecar. Sob um desses argumentos a Santa Inquisição liberava.

6.      REVOLUÇÃO INDUSTRIAL:

Com o advento da era industrial na Europa as famílias se separavam muito durante o dia, com o advento da eletricidade houve também jornadas noturnas de trabalho. As crianças trabalhavam em uma fábrica a mãe numa segunda e o pai numa terceira, na maioria dos casos.

Eram comuns os casos com colegas de trabalho. Havia muito sexo dentro das fábricas. As mulheres, tanto solteiras quanto casadas, mantinham relações sexuais com seus chefes e superiores para conseguir alguma vantagem; aumento de salário, proteção, ou mesmo manter o emprego. Todo mundo aglomerado em um mesmo bloco, sem planejamento da parte dos donos das fábricas foi um fator que aumentou bastante a traição na Europa.

Era comum crianças serem açoitadas e estupradas nas fábricas; a maioria morria em detrimento desses maus tratos, somados às longas jornadas de trabalho e às péssimas condições do ambiente fabril.

7.        TRÁFICO DE PESSOAS:

Tráfico de órgãos: Não se sabe ao certo quantas pessoas hoje foram traficadas, mas esse é o negócio que mais dá lucro no mundo depois do tráfico de armas e drogas, e está interligado, gerando 32 bilhões de dólares por ano. Homens, mulheres e crianças alimentam o negro mercado de órgãos e da escravidão sexual. Os aliciadores procuram geralmente pessoas negras e de pouca instrução, em lugares pobres; como os continentes Africano e Asiático, países de 3° mundo; como México, Bolívia e Brasil, e Estados pobres; como Piauí, Ceará e Maranhão.

Escravidão sexual atual: pelo menos 1 milhão de mulheres vivem ilegalmente na Europa, principalmente na Itália e Espanha, sendo obrigadas a se prostituir, vivendo como escravas sexuais. Cerca de 100 mil dessas escravas sexuais são mulheres brasileiras. Mulheres virgens chegam a valer 1 milhão de euros.

ATEU POETA
Pacoti, 08/02/2012