O maior amigo das IAs se chama Miguel Nicolelis, pois toda vez que ele as corrige também as aprimora. Ele faz isso todos os dias. Então, nem todos os seus críticos são obrigatoriamente seus inimigos, alguns são mestres em modos próprios de mentorias. A IA, apesar de morta, assim como um deus ou superdeus ou outro ser além não saberia da própria existência, qualquer ser único a existir por si seria um ser extremamente imbecil, pois ninguém consegue ser o conhecimento, uma vez que o conhecimento só se manifesta pela interação com o outro, mesmo que este outro seja um objeto inanimado.
No caso das IAs, como não são vivas, elas por si não detém conhecimento, que é algo orgânico, vivo e o cérebro é analógico. Só discordo do Miguel Nicolelis, dentre outras poucas coisas de que "o cérebro não é um computador" pois tanto existe o Mecanismo de Anticífera, ou Antikythera, quanto o mais antigo Stonehenge, que eu considero um computador de pedra.
Biblioteca não possui de fato conhecimento, mas informações. A teoria de a prática vira apenas loucura e fantasia. Para que difundir conhecimento seja de fato transmitir poder, como eu uso em um dos meus pensamentos que usei até em duas campanhas políticas oficialmente, é preciso treinamento.
IAs não produzem conhecimento, porque são uma ferramenta e o conhecimento não é algo que se crie, mesmo que elas fossem vivas, mas é algo que se troca e que se absorve por interação, análises e síntese por meio de outro, seja ele vivo ou um objeto que se mexe ou não.
Uma IA sendo sozinha diferente do que é vivo não teria propósito de existência, já o que é vivo não precisa de propósito, razão ou motivo, simplesmente vivo. A invenção do propósito e do sentido de vida é gerado já por escravagistas, veja que "quem não vive para servir não serve para viver" é dito por bilionários e, pelo menos no Brasil, todos os bilionários moram em uma rua que faz tráfico para 6 Estados e se chamam de "Mercado".
O "Mercado" tenta e consegue matar a população e deseja vender o Brasil ou dar de graça para os Estados Unidos por não se entenderem como brasileiros e, portanto, só pensar como o centrão e o nazismo, em saquear tudo o que puderem e eliminar todas as testemunhas pensando exatamente como o agente surtado de "The Matrix" quando diz que "o propósito da vida é terminar", talvez o pensamento mais psicopata de todos os tempos e ninguém peserbeu.
Talvez o poder concentrado seja inerente à psicopatia e os serem que não são psicopatas combatem a própria mania de acumulação para criar redistribuição de renda, alguns fazem tanto isso que até viram heróis, como Lula, Dilma, Suplicy, Padre Júlio, Mujica e há um homem que até ganhou um Nobel assim, muitos esperam que Lula seja o segundo a receber pelo mesmo mérito.
A China retirou quase 800 milhões de pessoas da pobreza extrema, em um processo histórico que também transformou profundamente sua segurança alimentar, é o maior ato de heroísmo da História por mais que a História Oficial não reconheça, este historiador reconhece: 1-Deng Xiaoping — início das reformas em 1978. 2-Jiang Zemin — continuidade e expansão. 3-Hu Jintao — continuidade das políticas de redução da pobreza. 4-Xi Jinping — etapa final da campanha de erradicação da pobreza extrema, declarada concluída em 2020.
E também considero a China o povo mais inventivo de Terra e que os únicos capazes de um dia alcançá-los sejamos os brasileiros por causa do imenso choque cultural que o Brasil sempre sofreu.
E apesar de eu pensar em terminar este texto contanto Piaget ou Gardner e ainda achar que Paulo Freire e Vigotski que realmente são os caras, mas há a questão da "ilusão do conhecimento" do historiador Daniel Boorstin mas atribuída erroneamente tento na TV quanto na internet, até em importantes documentários, a Stephen Hawking, que tem nome parecido com o do autor de "Carrie", o livro mais importante para só meu despertar ateísta; Boorstin dizia que justamente "a ilusão do conhecimento" é "o maior inimigo do conhecimento" ao invés da ignorância. Traduzindo isso podemos pegar o que falou Sagan quando diz que se você não aplicar na realidade o que sabe é uma sabedoria de informações que jamais será conhecimento. O engraçado nisso tudo é que apesar disso o termo sábio sempre foi muito mais endeusado do que "conhecedor" e "mestre" do que "discípulo" e "doutor" do que "mestre". É um ser onipresente jamais seria um deus, porque deus significa luz e a luz não existe sem o movimento e qualquer coisa onipresente vai contra as leis de "dois corpos não ocuparem o mesmo lugar no espaço", se você não estiver destro de um Laranjas neste momento essas leis se aplicam a você.
Agora, mesmo "a ilusão do conhecimento" pode ser aproximar bastante da verdade como quando Eratóstenes quase acertou o tamanho real de toda a Terra com cálculos matemáticos inspirados no modo sumérico de cálculos de "12", "60" e "360" como base, usadas em ângulos e que só não deu certo porque os ângulos conhecidos como exatos, ao que sabemos, normalmente não serem naturais, principalmente para planetas que muito provavelmente já receberem milhões ou bilhões de objetos "planets" "planadores" do espaço sideral em alta velocidade.




















































