Visualizações

Mais Vistos

Mostrando postagens com marcador Gutemberg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gutemberg. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Amar-te à morte

 



AMAR-TE À MORTE

Antes de a morte ser 
É preciso amor tecer
Amortecendo

O amor, a morte e ao infinito
Palavras pulsando no ouvido como o oceano ecoando numa concha

Teus lindos olhos deixaram em meu peito uma roncha de saudade
Faça a caridade de me retribuir o olhar, pelo menos
És linda, és poesia e desfere em meu amor a nostalgia de ser platônico

Ainda estou atônito sem ti
O que senti nem sei ao certo, mas foi intenso
Por um amor pretenso nasce a poesia condoreira
Talvez seja a derradeira
Queria morrer em teus braços
Amar-te à própria morte até em Marte é minha sorte ou minha sina?
O que me fascina mais é o mistério que vai em tua mente
Aqui jaz um poeta demente
Ou, quem sabe, carente da guria que não vem


quarta-feira, 16 de março de 2011

POEMA CINZA

POEMA CINZA

Vai ver nem era dia,eu que andava sonhando
sóis demais.

Vai ver nem era alegria
tão só um riso numa crise.
Penso que talvez
até rissem de mim.
Esses dias, ando um tanto equivocado.
Às vezes, plateia. Às vezes, palhaço.

E esta desconfiança no que tanto confiava.
Desesperança, no que bem prenunciava.

Sigo assim, estranhando tudo,
feito poeta, ante o lago mudo.

Nuns momentos, já parti.
Noutros, fiquei

só.


Batizo cada momento
com nomes que me esqueço.


O vento, só o vento
sabe ainda
meu endereço.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Poesia de apoio ao Ateu Poeta

Poesia de apoio ao Ateu Poeta

O vento é o deus

Do Ateu Poeta


Atém o Ateu no alto

Em cada lufada
Uma upada

A comunidade
Tomada de assalto

Mas Ateu é um bom camarada
Não tem salto alto

Só quer mostrar pra nós
(isso sem falsa aparência)
Sua verve e voz
E ficar em evidência