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Origem das Visitas

AROLDO FILHO

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

NÊMESIS, A DEUSA DA VINGANÇA: MOROS, TÊMIS E ADRASTÉSIA

NÊMESIS, A DEUSA DA VINGANÇA: MOROS, TÊMIS E ADRASTÉSIA




Quem disse que a justiça é cega?

Há um claro erro de atribuir à Justiça a deusa Têmis, Artêmis, Adrastéia (numa versão babá de Zeus noutra filha de Zeus) e outras deusas e de confundi-las entre si e com outras deusas, mas na verdade a deusa que gerou a imagem da Justiça foi Nêmesis, que não era deusa da Justiça mais sim a DEUSA DA VINGANÇA.

Assim como na vida real a justiça adveio da vingança e ela é a deusa da vingança, Têmis por sua vez é a deusa da ÉTICA e não da Justiça como frequentemente é lembrada.

Nêmesis não é cega, mas uma deusa alada, então, cometeu-se outro erro ao criar-se estátuas da Justiça sendo cega.

Justiça vem muito possivelmente de iudicare que significa força, vindo do grego. Já os romanos fizeram uma fusão clara da deusa Diké com Nêmesis e Têmis que gerou Iustitia; por isso hoje se usa o nome Justiça.

A própria deusa Diké já deixa claro que é ela própria já uma versão de Nêmesis, só que em vez dela ser uma deusa primordial fica como sendo a filha de Têmis ao invés de irmã para talvez justificar que a justiça fosse filha da ética, quando na verdade a ética é que é filha da justiça e esta da vingança.

Mas, por outro lado os romanos não cegaram a justiça por um simples erro e sim por imitação do deus Moros, pai das moras, que no começo era apenas uma Mora conhecia como Destino. Moro é conhecido como Destino. Os romanos chamaram as moras de parcas, mas na verdade parco é o nome de um povo que venceu Crasso; daí o tão usado “erro Crasso”, que quem fala isso nem imagina por que o usa.

O erro Crasso refere-se ao erro de Crasso de menosprezar os parcos que  por sua vez dizimaram os romanos com suas flechas ao montar ao contrário em cavalos que pareciam estar em fuga, mas que era apenas uma boa tática de guerra que os romanos jamais preveriam.

Outras imitações claras são:

1 Nossa Senhora das Graças que pisa numa cobra enquanto Nêmesis pisa na cabeça de um homem.

2 São Miguel Arcanjo, que é uma rara figura católica que ao mesmo tempo é arcanjo (um tipo de anjo, mas acima do anjo comum e abaixo do Serafim e do Querubim) e santo. Ele têm asas e empunha uma espada para o alto.

Já o próprio fato de ter asas é a imitação evidente do deus Hórus e da deusa Ísis do egito. Que além das Horas, ainda têm Eros, as horas, Apolo com o seu símbolo que depois passa para o deus cristão, todas as espécies de anjos no cristianismo incluindo São Miguel Arcanjo e Boreas; que é o titã do vento.

Na mitologia celta um deus cego é induzido por Loki a matar Abel, o deus preferido de Odin. Na Grécia Zeus mata o deus-sol Abel por que ele ficaria mais forte já que seus poderes cresciam do nada. No cristianismo Abel é morto por Cain, seu irmão. Esse último parágrafo não tem nada a ver com o que fora dito acima nem com o que será dito abaixo, mas é para lembrar que os ditos “paralelos históricos” na verdade são difusões, cópias, principalmente nas religiões.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

AFORISMO DO ARREBOL

AFORISMO DO ARREBOL

AFORISMO DO ARREBOL

O que importa se o universo
É um caleidoscópio convexo de fractais
Onde só há cópia e fusão nuclear
E a pressão move tudo?

Se não posso correr em tuas curvas divinais
O mundo jamais fará sentido
Sem ti nenhum jardim florido é belo
Caramelo algum é doce

Ninguém há que endosse
Qualquer ideia do lirismo frenético
Arquétipos de paisagismo já não agradam
Só o teu abraço faz laço com o sol enriste

E pode provar que a alegria existe
No aforismo do arrebol

Ateu Poeta, O QUESTIONADOR

18/02/2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

CEGA NAÇÃO

CEGA NAÇÃO

CEGA NAÇÃO

Mais um jornalista assassinado
Parte o coração da imprensa
Um rojão sem decência
Derruba o cinegrafista

Esse artista da documentação
Que registra fatos reais
Fica aqui uma nota de repúdio
A toda essa violência banal

Prenúncio de guerra civil
Por maiores que sejam as falhas das prensas
Ninguém merece essa mortalha
De segar a informação

Sem jornais não haverá democracia
Seremos uma cega nação

Ateu Poeta, O QUESTIONADOR
Historiador, professor, poeta, blogueiro e jornalista independente
Pacoti-Ceará, 12/02/2014


Meus pêsames em nome do Jornal Delfos-CE,da Coluna Clio e da Coluna Diamante a todas as famílias de jornalistas assassinados e agredidos na América Latina, onde estão os 3 países mais perigosos do mundo para esta profissão.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

MASSACRE DE BALEIAS NA DINAMARCA

MASSACRE DE BALEIRAS EM FESTIVAL NA DINAMARCA

"Defensores de los animales por todo el mundo están luchando apasionadamente para detener la horrorosa e inexplicable masacre de delfines y ballenas de las Islas Feroe, Dinamarca, una antigua tradición que hace tiempo perdió su sentido.
A finales de enero de este año las imágenes de la matanza de centenares de delfines atrapados en una bahía de la isla japonesa de Honshu desataron una polémica a nivel internacional. No obstante, pocos saben que cada año en un pequeño archipiélago en el Atlántico Norte se lleva a cabo el festival sangriento llamado 'Grindadráp', en el que matan de la manera más brutal y cruel a cerca de mil calderones o ballenas piloto y delfines.  

El espectáculo de muerte arranca en alta mar, donde los participantes buscan ballenas y delfines y luego los conducen mediante barcos y motos a la costa, donde los animales aterrorizados llegan a una bahía. Una vez allí son arrastrados a las aguas poco profundas, siendo agarrados con un gancho por el oficio nasal. Luego les cortan la cabeza, por lo que los animales mueren en agonía desangrados, tiñendo las aguas de la bahía de rojo intenso. Los participantes de la tradicional barbarie no hacen excepciones y exterminan familias completas: ballenas embarazadas, madres y sus crías, ninguna se salva de una muerte terrible y angustiosa. 


La caza de ballenas y delfines en las Islas Feroe, situadas entre el mar de Noruega y el océano Atlántico Norte, se ha llevado a cabo durante siglos. En tiempos lejanos la carne y la grasa de estos animales proporcionaba una valiosa fuente de proteína animal en la dieta de los habitantes de las islas y el aceite de ballena se convirtió en un producto de exportación importante, además de ser utilizados para la cocina y la iluminación. Incluso los despojos y el esqueleto se utilizaban para la alimentación animal y fertilizantes. Sin embargo, la caza ya no proporciona proteínas esenciales para los isleños, que disfrutan de un alto nivel de vida derivado de las exportaciones pesqueras a Europa y EE.UU.  


Actualmente la matanza no puede ser explicada como suministro de alimentos, ya que los responsables de Sanidad de las Islas Feroe hace tiempo han venido advertido de forma insistente a la población de que ya no era seguro comer la carne de estos mamíferos marinos debido a los contaminantes tóxicos que se concentran en sus cuerpos y pueden causar serios problemas de salud.

Los argumentos no importan a isleños que siguen la tradición por diversión, explicando que forma parte de sus raíces. Algunos de ellos sostienen que para iniciar la vida adulta, un muchacho debe matar a un delfín o una ballena.     

  
Desde el año 1985 la ONG Sea Shepherd para la conservación de la fauna marina, cuya misión es acabar con la destrucción del hábitat y la matanza de la fauna en los océanos del mundo, ha liderado campañas para oponerse a la masacre en las Islas Feroe. Miles de personas han firmado peticiones, sin embargo, son ignoradas por el Gobierno de Dinamarca.  



Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/119376-masacrar-tradicion-mil-delfines-ballenas-dinamarca#.UvfwKXZo2b0.blogger"

Tirado na íntegra do link:

Festival danés: cientos de delfines y ballenas mueren en horrorosa matanza tradicional – RT


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Águas do Sul


Águas do sul

Correm as águas nervosas e frias
delas, tuas e minhas
na prontidão da montanha.
Descem céleres, loucas, carraspanas
que a tua, a dele e a nossa
menina bonita se banha.

Nas suntuosas curvas dos teus eixos
levam e trazem histórias
despencam, esculpindo rochas
lixas de raça que movimentam os seixos.

Do céu são águas de eterno espelho
se tem céu azul, dança o azul em ondas.

Do nascente ao ocaso, dá ao acaso
(laranja, amarelo, vermelho).
ao som de milongas.

Nasceu em águas apaixonantes, disse alguém, a poesia.
Num cenário emoldurado que consagrou a cria.
(entre cantos, entre tantos, por ironia)
Este poeta de amor sofria.

André Anlub®
(26/1/14)

DORIAN GRAY


DORIAN GRAY


Etiqueta, tíquete, cartão
Tictac, toc-toc, Titanic
Triste titã com toque
Twister na tênue escuridão

Meu salário suado não melhora
E você foi embora para o além
Já são seis horas, ora bolas!
Atrasou de novo o novo trem

Transeuntes, ônibus, e muitos carros
Bizarros muros de concreto
Dialetos transversais e repletos
De dívidas, novelas e muitos ais

O quadro de Dorian aparece no celular
Enquanto sequestram o seu código molecular

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

01/02/2014