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quinta-feira, 7 de maio de 2026
Alemanha plagia brinquedo japonês proibido na Europa e o usa para espionagem militar
Alemanha plagia brinquedo japonês proibido na Europa e o usa para espionagem militar
"RoboRoach, da empresa Backyard Brains. Ele um kit para controlar baratas de verdade usando um aplicativo de celular.
🚩 O "Brinquedo" Proibido
O RoboRoach permitia que qualquer pessoa instalasse eletrodos nas antenas de uma barata viva. Ao deslizar o dedo no celular, o usuário enviava pulsos elétricos que faziam o inseto virar para a esquerda ou direita.
A Proibição: Ele sofreu uma resistência pesada no Japão e na Europa. Diferente de um brinquedo de plástico, ele foi retirado de várias lojas (como a Amazon) e teve sua venda restringida por ser considerado crueldade animal.
O Dilema Ético: Muitos países argumentaram que transformar um ser vivo em um "brinquedo de controle remoto" era desumano e perigoso para a educação de crianças.
🇩🇪 O "Plágio" Alemão
A conexão com a espionagem alemã (e as startups atuais) vem do fato de que a tecnologia é essencialmente a mesma do "brinquedo":
Tecnologia Surrupiada: O que era vendido como kit educativo foi baseado em pesquisas acadêmicas de universidades japonesas (como a de Tóquio).
Uso Militar: A Alemanha pegou o conceito desse "brinquedo" polêmico e o refinou.
Enquanto o brinquedo foi "cancelado" por ética, o governo alemão aplicou a mesma técnica para criar o enxame espião, alegando "necessidade de defesa".
Disfarce: A ideia é que, se uma barata real (bio-hacked) entrar em um bunker, ninguém desconfia, ao passo que um robô japonês de plástico seria esmagado na hora.
⚠️ A Grande Diferença
No Japão (Brinquedo): Era visto como uma ferramenta de aprendizado de neurociência, mas foi banido de prateleiras populares por pressão social.
Na Alemanha (Espionagem): É tratado como tecnologia de ponta (Biotactics), onde o "brinquedo" virou uma arma de monitoramento silencioso."