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Origem das Visitas

AROLDO FILHO

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sábado, 20 de outubro de 2012

ENTREVISTA COM CECÍLIA PIRES


Cecília:
_Oi. Deixa eu te contar: o procurador do município daqui de Guaramiranga me colocou pra fora da sala só porque exerci minha cidadania. E olha que sou concursada, fiscal de tributos. Não me aceita dentro da sala onde fico trabalhando. A pressão tá grande.

Votei na oposição. Mas eles não entendem a escolha que fiz. Ele me desmoralizou, mas gravei tudo. Já passei para um advogado e também para o repórter Nelson Faena.

Depois de me entrevistar o repórter foi entrevistar ele. Aí ele quer fazer acordo comigo, o Marcélio. Que eu não leve o caso pra frente não; com isso ele faz um documento me transferindo pra trabalhar no fórum.

Tá doido ele. Já era! Agora vou até o fim. Tenho prova do que ele fez comigo gravações. Disse que se eu não saísse da sala ia ficar me humilhando, fazendo confusão comigo todo dia. Sofri injúria, danos morais, constrangimento, fui caluniada. Disse que tô contagiada com gente do mal. Com gente que mente. Estou sendo discriminada por eles.

Foi assim: Ele queria que eu voltasse a trabalhar só dia 1° de janeiro. Que eu ficasse só batendo ponto e receber o salário como se tivesse trabalhando. Não aceitei.

Pedi um documento assinado com essa autorização, ele recusou-se a dar. Aí, quando ele me viu na sala, me colocou pra fora e disse que não me queria mais ali.

Aroldo Filho:_Pode processar por assédio moral. 
Tava me lembrando aqui que nunca mais entrevistei ninguém. Sabe que eu tenho um jornalzinho aqui né? Esse: http://jornaldelfos.blogspot.com.br/

Cecília:_Poste nele. Quero ser entrevistada.

Aroldo Filho:_1- Conte mais detalhadamente como tudo começou.

Cecília:_ Na segunda-feira o procurador do município de Guaramiranga veio me fazer uma proposta: para que eu ficasse assinando o ponto e voltar pra casa mas recebendo o salário normal e voltar  a trabalhar só dia 1ª de janeiro. Mas eu perguntei porquê.

Ele disse porque eu seria ameaça para eles pois sou adversária política e tudo o que eu ouvisse ou visse iria correndo dizer aos adversários políticos no caso, Roberlândia. Eu disse que aceitaria se ele me desse essa licença por escrito, e ele recusou. Disse que não pode, que o ponto já seria suficiente.

Aroldo Filho:_Justamente ele não pode fazer, por que isso é prova contra ele.

Cecília:_Aí fui na terça concluir algumas coisas, mas ele já tinha mandado outra pessoa fazer. Quarta fui só assinar o ponto e quinta-feira quando ele me viu na sala foi escândalo.

"Veio trabalhar porquê? Não quero você aqui! Eu já disse. Saia da sala! Não quero você aqui por que você é mentirosa! Não confio mais em você! Vocês mentem e fazem confusão demais, vocês do outro lado".

Eu disse que não ia sair. Fiz concurso para está ali. Fiscal de tributos. Aí ele disse "Se não sair vai aguentar as consequências. Vou lhe humilhar. Colocar você pra fazer muita coisa; se não fizer ponho na sua ficha. Se ficar já sabe, vou fazer confusão com você".

Aroldo Filho: 2-E tudo isso por que você é eleitora do lado oposto?

Cecília:_Exatamente. Se a lei me ampara por que temer?

Aroldo Filho 3:_ Você já denunciou à justiça? 

Cecília:_Fiz denúncia ao ministério público na quinta-feira. Já tenho  um advogado acompanhando o caso. 
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Entrevista via Facebook
AROLDO FILHO
HISTORIADOR/ PRESIDENTE DO JORNAL DELFOS
19:45
20/10/2012

Para entrevistas, direito de respostas, denúncias etc: aroldimfilho@yahoo.com.br